BOHEMIAN RHAPSODY
País:
EUA
Ano:
2018
Categoria:
Biografia, Destaque, Drama, Exibição, Musical
Estreia:
1/11/2018
Duração:
2 h 14 m
Argumento:
Anthony McCarten
Realização:
Bryan Singer
Elenco:
Rami Malek, Joseph Mazzello, Mike Myers
Classificação Etária:
M/12
Idioma:
Inglês

BOHEMIAN RHAPSODY.  Uma celebração aos Queen, à sua música e ao seu extraordinário vocalista Freddie Mercury, que desafiou os estereótipos e quebrou as convenções para se tornar num dos artistas mais amados do planeta.

Um filme autobiográfico sobre os Queen, uma das maiores bandas de rock de sempre. Apesar de ter Freddie Mercury como foco principal, é mostrada a amizade entre os seus elementos e as circunstâncias que os tornaram verdadeiros ícones do panorama musical da época. Um desses momentos cruciais acontece no concerto Live Aid, realizado no Estádio de Wembley (Londres), a 13 de Julho de 1985, onde Mercury – recebendo a ovação de uma plateia de quase 80 mil pessoas e vários milhões de espectadores em mais de 100 países -, abriu o espectáculo com “Bohemian Rhapsody”. Essa actuação apoteótica é ainda hoje considerada uma das maiores “performances” da história do rock. Mercury viria a falecer devido a uma broncopneumonia, decorrente do síndrome da imunodeficiência adquirida humana (sida), de que era portador, em Londres, a 24 de Novembro de 1991. Tinha 45 anos.
A realização é da responsabilidade de Bryan Singer, apesar de, a meio das rodagens, ter sido despedido por comportamento instável e substituído por Derek Fletcher, que acabou por terminar o filme (mesmo sem ter sido creditado). Sacha Baron Cohen esteve para interpretar o papel do vocalista dos Queen, mas abandonou o projecto e deu lugar a Rami Malek, o protagonista da série “Mr. Robot”. Com Malek no papel de Mercury, o filme conta com Gwilym Lee como Brian May, Joseph Mazzello como John Deacon e Ben Hardy como Roger Taylor. Os actores Lucy Boynton, Aiden Gillen, Tom Hollander e Mike Meyers, assumem as personagens secundárias.

O filme traça a ascensão meteórica da banda através das suas canções e som revolucionário, à sua quase implosão quando o estilo de vida de Mercury perde o controlo, e o triunfante reencontro na véspera do Live Aid, onde Mercury, ameaçado por uma terrível doença, liderou a banda para uma das melhores performances da história do Rock. No processo, cimentou o legado de uma banda que foi sempre como uma família e que continuou a inspirar os sonhadores e amantes da música, até aos dias de hoje.

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